As artes, de um modo geral (incluindo arquitetura, literatura, música, dança, cinema e teatro), e as artesplásticas (escultura, pintura e desenho), de modo especial, referem-se ao desenvolvimento de formas simbólicas, algo que vem sendo praticado pelos seres humanos desde a idade mais remota. Arte e história estão intimamente entrelaçadas. A história, isto é, nosso conjunto de experiências sociais, econômicas e culturais, é atravessada pelas artes, que existem em razão de uma demanda por constituição de sentido, por uma necessidade de compreensão de nossa situação no mundo.
O homem, por ser um ser histórico, e não meramente natural (no sentido biológico), lança-se à produção simbólica, e as artes são a etapa mais complexa desse processo. As técnicas empregadas na escultura, por exemplo, revelam nossa capacidade de dar forma e significado a uma matéria natural bruta, seja essa matéria um pedaço de madeira, seja um pedaço de mármore. A pintura e o desenho, por sua vez, dão a dimensão de nossa capacidade de imitar as cores da natureza e as formas dos mais variados seres, reais ou imaginários.
Cada um de nós é único no mundo. Mesmo entre gêmeos, idênticos na aparência, jamais encontraremos pessoas exatamente iguais na maneira de pensar, de sentir e de agir. Na formação de nossa personalidade, daquilo que nos torna diferente dos outros, influem poderosamente, a hereditariedade e o meio ambiente.
Pela hereditariedade recebemos, dos pais, determinamos caracteres, alguns comuns a todos, outros peculiares.
Através do nosso convívio na família, na escola, no ambiente de trabalho, recebemos uma determinada educação, adquirimos hábitos e costumes.
Pois bem, no nosso convívio em sociedade, agimos sob influência de todos esses fatores, que se inter-relacionam profundamente.
Definimos como personalidade o conjunto dos processos psicológicos do indivíduo, que lhe permitem condutas próprias, que podem ser aprovadas ou não, conforme as condições impostas pelo meio ambiente.
Não existem pessoas cujas características sejam sempre as mesmas, isto é, imutáveis.
Podemos apresentar, com o decorrer do tempo, bem como em diferentes situações, acentuadas variações no comportamento. Por isso costumamos dizer que as pessoas são um mistério, uma caixinha de surpresa, uma incógnita.
Apesar disto, o importante é lembrar que as pessoas mudam, sempre. É claro que alguns traços são mais difíceis de serem mudados, mudam mais lentamente, especialmente os hereditários. Mas mesmos esses são passíveis de serem alterados, conforme o indivíduo vai se deparando com os obstáculos nos relacionamentos ou vai decidindo por modificá-los.
Normas de Convivência
Quando estamos reunidos em um ambiente, com pessoas diferentes, é mais do que natural que encontraremos hábitos e costumes diferentes. Por muitas vezes será comum nossa convivência com tais diferenças e, neste momento, teremos a necessidade de aprender a ceder e a também demostrar nossos hábitos, de maneira que ninguém se sinta ofendido ou menosprezado.
Ao atuar em um grupo de trabalho, lazer, familiar, ou outro qualquer, procure aceitar e conviver com as diferenças individuais de maneira positiva e alegre. Sempre há algo a aprender com as diferenças, afinal, quando estamos entre pessoas iguais a nós, apenas confirmamos nossas crenças e reforçamos nossos paradigmas.
É possível conviver com o diferente e estabelecer uma relação harmoniosa entre todos os elementos. Aliás, a vida se torna muito melhor quando se aprende a conviver e a se relacionar com algo diferente. Permita-se conhecer outras coisas, pessoas e pensamentos diferentes dos que já possui.
A seguir, algumas dicas e diretrizes para estabelecer normas de convivência social com primazia e excelência.